Criando crenças

Pensamentos são curiosos. Eles possuem um poder imenso, e apesar de ser difícil comprovar que os pensamentos de alguém criam o mundo a sua volta, podemos usar uma lógica simples para determinar como isso acontece.

Vejamos. Com pensamentos criamos crenças, e crenças não são somente de conotação religiosa, elas são criadas para todas as áreas, ela é um movimento ou um comportamento, que pode funcionar com qualquer informação que no cérebro entrar. E são as crenças, ou ideias que fixamos em nossa cabeça que direcionam nossos atos, pois permanecem em nossa mente e definem o que seguimos.

Criar uma crença é definir algo como verdade. E colocando com essas palavras já é possível começar entender o equivoco de formar crenças. Elas provavelmente são fabricadas por nós para criar uma falsa sensação de segurança, mas este assunto da segurança será assunto de um próximo artigo.

A crença é prejudicial de qualquer forma, pois ela cristaliza um conhecimento, e se a pessoa não está aberta a aprender, simplesmente, ela não aprenderá! Manter uma ideia fixa na mente significa que você não aceitará possibilidades alternativas a ela, afinal, em uma caixa cheia, não é possível guardar mais nada. É necessário então esvaziar, isso não significa esquecer, mas apenas criar uma postura de aprendiz. É irrefutável a ideia de que o universo inteiro esta se movimentando, nós vemos isso em nosso corpo, a nossa volta e no planeta. E devemos nos perguntar se nosso mundo psicológico interior também não deva estar em constante movimento ou renovação.

Pior ainda é quando importamos crenças, o que fazemos muito! Pegamos informação de outras pessoas que vive outra vida diferente da nossa, e aplicamos essas informações a nossa experiência de vida. É inevitável que seja um desastre.

Aqui não iremos refletir sobre crenças religiosas, pois talvez a maior dificuldade no mundo seja provar que algo como Deus exista, e na verdade, nada precisa ser provado. Aqui já começa uma atitude humana derivada de uma crença bem conhecida no mundo, e que gera guerras até hoje. É o comportamento de convencer o outro de sua crença. Ó santo equivoco, porque o humano insiste nisso? Essa é talvez a mais desastrosa das atitudes, pois você só não estraga a sua vida e possibilidade de eterno aprendizado, como se esforça para espalhar a sua verdade que para os outros sempre será um tormento. Alias, crença e opinião são basicamente a mesma coisa.

Opinião deve ser dita, se solicitada.

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