A consciência e o processo de saúde e doença.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 O que algumas vias de conhecimento já conhecem a muito tempo, começa a despertar interesse no mundo ocidental e na ciência, apesar de sua difícil comprovação pelos métodos atuais e a descrença da grande maioria dos cientistas. Basicamente podemos entender que a consciência é capaz de interferir na intensidade da doença ou mesmo na sua existência. Em exemplo é basicamente o seguinte:

Imagine uma pessoa do campo que não tem acesso ao mundo de informações que nós temos. Ela só conhece seu pequeno vilarejo e vive feliz assim (pois bem felicidade é algo que devemos considerar possível em qualquer circunstância). Ela então por ver seu pai fumar, começa a fumar também. Se dentro daquela sociedade que essa pessoa vive, e dentro de suas crenças o cigarro não for uma ameaça, então ela provavelmente não adoecerá ou se adoecer sua situação será amena para que se conscientize aos poucos do problema. Inversamente, se uma pessoa é bombardeada de informações dizendo que o cigarro é prejudicial a saúde e ela cresceu ouvindo isto e considera essa afirmação como verídica, provavelmente ela terá mais problemas de saúde que o outro caso. Pois é, parece loucura? Pode ser que seja, mas existem pessoas e teorias que defendem esta possibilidade. Aqui no Brasil temos Norberto Keppe que desenvolveu um grande trabalho na área e criador da trilogia analítica. Mais recente temos a Nova medicina germânica criada por Geerd Ryke Hamer. Além de possíveis ligações com os conceitos vigentes da física quântica.

Vamos então utilizar de uma analogia para explicar esse mecanismo valioso.

Imagine que você é um olho dentro de uma sala escura, sua pálpebra não permite que passe nenhuma luz e você esteja de olho fechado.

Ok, nesse momento você não consegue ver nada e também não sente nenhum sofrimento, essa seria a mais estreita das consciências.

Então a sua frente acendem uma forte luz, mas você ainda não abriu o olho e por isso nada lhe incomoda ainda, mas talvez algo lhe instigue a abrir o olho.

O mecanismo começa agora. Vamos supor que você abra 5 % do olho, o que acontece? Uma parte da luz entra e como sua pupila estava muito dilatada essa luz que entrou é muito para o olho e você sente aquele incomodo de olhar para a luz. Pois bem o que aconteceu? A abertura do olho é a consciência expandindo, a luz que você vê é a maior compreensão sobre a verdade da existência, e a dor que você sente é porque ainda não se adaptou aquele entendimento. Como assim? Nosso olho é sábio, e nós deveríamos funcionar como ele, pois sua pupila se adapta a luz que recebe e só dói enquanto ele ainda não se adaptou, pois depois disso, você consegue olhar para a luz com mais tolerância. Esse processo poderá se repetir algumas vezes e após toda a abertura parcial do olho você sentirá um pouco de dor até sua pupila se dilatar.

A pupila é nosso modo de viver no mundo, e sua dilatação seria a capacidade de nos modificarmos, adaptabilidade ou resiliência.

Então para vivermos com menos sofrimento possível, o ideia seria nos adaptarmos a constante expansão de consciência que acontece com todos gradativamente. Isso significa que aquela história que nosso agir, falar e pensar devem estar alinhados é verídica. E o sofrimento, seja através da doença ou outro tipo, é somente a não adaptação do comportamento em conformidade com a consciência.

Assim deixamos algumas dicas:

A consciência é a melhor instrutora

Não somos cobrados por o que não sabemos (aqui, tome cuidado para não se fazer de desentendido).

Não procure conhecimento se não deseja mudar sua vida

E por ultimo, de completa atenção (imparcialmente) a seu sofrimento, pois compreendendo-o melhor, a mente ficará clara e aqui começará a resolução do problema em questão.

 

Para saber mais estude os autores citados no texto, ou não!

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